terça-feira, 6 de maio de 2008
O que mais me preocupa!!!
" O que mais me preocupa não é nem o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem-ética. O que mais me preocupa é o silêncio dos bons."
domingo, 13 de janeiro de 2008
Reflexão sobre a relação homem / sociedade
Somos hoje uma sociedade cínica.O que vigora é uma sociedade egoísta, embalada em plástico, onde todos, só estão interessados na imediata luta pela sobrevivência. A história da humanidade tem registrado períodos assim de descrença, de busca insensata por uma sobrevivência e sob a aparente calma, o desejo de libertação, de ampliar as liberdades existententes que arrasta o homem ergue novamente, colocando -o de pé. Assim ele volta a pensar e a querer tudo aquilo que um dia sonhou.
Em nenhum momento da nossa história o homem se conformou com o cinismo, com a opressão, com a brutalidade do egoísmo generalizado. Nessa nossa história encontramos sempre um alguém que pensou e lutou pela liberdade e a nossa luta perdura.
Em nenhum momento da nossa história o homem se conformou com o cinismo, com a opressão, com a brutalidade do egoísmo generalizado. Nessa nossa história encontramos sempre um alguém que pensou e lutou pela liberdade e a nossa luta perdura.
Clama-se por Justiça!!!
Ecoa um grito de libertação nas ruas, nas empresas e em todos os lugares.
É um grito de clamor que estava sufocado.
Esse grito vem do fundo do coração tão sofrido e massacrado pela dor da opressão.
Tempos de ordem, união e partilha se impulsionam no sentido de alcançar algum avanço ou alguma vitória indo pouco a pouco.
Este é também um grito de incerteza, um grito de dor e revolta de um povo ao ver a desordem social.
Um grito de justiça com temas, slogans e faixas na batalha e no confronto armado.
Grita-se contra o latifundio,o salário de fome e a injustiça social que mata milhões de trabalhadores.
E eu paro e pergunto: até quando meu Deus, que alguns privilégiados continuarão a oprimir e a explorar e usar esse povo tão sofrido e injustiçado.
É um grito de clamor que estava sufocado.
Esse grito vem do fundo do coração tão sofrido e massacrado pela dor da opressão.
Tempos de ordem, união e partilha se impulsionam no sentido de alcançar algum avanço ou alguma vitória indo pouco a pouco.
Este é também um grito de incerteza, um grito de dor e revolta de um povo ao ver a desordem social.
Um grito de justiça com temas, slogans e faixas na batalha e no confronto armado.
Grita-se contra o latifundio,o salário de fome e a injustiça social que mata milhões de trabalhadores.
E eu paro e pergunto: até quando meu Deus, que alguns privilégiados continuarão a oprimir e a explorar e usar esse povo tão sofrido e injustiçado.
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